quinta-feira, abril 12, 2007

K-Zine A e B

Um dos poucos fanzines existentes em Portugal e que é dedicado inteiramente ao mangá. Vários artistas nacionais (Catarina Sarmento, Gisela Martins, Joana Lafuente, Miguel Martins, Ricardo Reis, Vanessa Nobre) com influência nipónica apresentam em K-Zine as suas primeiras histórias.
Ambos os fanzines (ou doujin, em japonês) trazem pequenos mas úteis "tutoriais" para ajudar os mais novatos a iniciarem o interesse e gosto por esta arte japonesa.



K-Zine Lado A
Editor : Vanessa Nobre
Conteúdo : Textos e BD
Formato : A5 (28 páginas a p.b. / capa cores)
Data da edição : 2006
Local : Portugal (Lisboa)
Contacto : kzinecentral@gmail.com



K-Zine Lado B
Editor: Vanessa Nobre
Conteúdo: Textos e BD
Formato: A5 (28 páginas a p.b. / capa cores)
Data da edição: 2006
Local: Portugal (Lisboa)
Contacto : kzinecentral@gmail.com

3 comentários:

Anónimo disse...

Hm '_' interessante mas o artigo está um pouco errado. À frente desta fanzine encontra-se de facto a Vanessa Nobre mas artistas como Gisela Martins foram apenas convidados a participar com uma ilustração e não fazem parte da equipa principal.
Outra nota, fanzine e doujinshi não são a mesma coisa. A definição de doujinshi é "A mesma coisa, gente diferente" significando que são grupos de pessoas que se reúnem para criar histórias baseadas em filmes, anime, manga, etc que já existem.
Ora a K zine trata só de projectos originais.
Um exemplo correcto de Doujinshi em Portugal tanto quanto saiba são as Go Go's das Shoot to Kill.

Uzinefanzine disse...

Antes demais obrigado pelo comentário no blog, mesmo assinando como anónimo.Vamos por partes.

Penso que nas poucas palavras que escrevi sobre o K-Zine não referi que a Gisela Martins fazia parte da equipa. Aliás, pessoa que eu coloquei como editora penso que neste momento já nem está ligada ao projecto.

Sobre a palavra doujinshi, usei a tradução em "sentido lato" para que fosse feita uma pequena analogia com uma palavra "portuguesa" fanzine.

Igor disse...

De nada, as minhas desculpas de não ter assinado.

Não foi a minha intenção levantar questões quanto à forma como a informação ficou escrita contudo, parecia que o autor do post estava a indicar que as tais pessoas que participaram faziam parte do núcleo da K-Zine.

Gostei que a palavra fanzine tenha ficado entre apóstrofes já que não é portuguesa e só posso esperar que ora sejam doujinshis ora sejam fanzines, que nasçam mais projectos destes em Portugal.